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domingo, 1 de novembro de 2009

Desastres naturais não são por acaso!





Após a fala sobre o TIC TAC TIC TAC com o Aron, foi à vez de Masato Kobiayma professor da universidade federal de Santa Cataria falar sobre desastres e os maiores responsáveis desses acontecimentos e como o desenvolvimento sustentável ajudar a diminuir ou até mesmo acabar com esse tipo de tragédia.

Ele começou passando um vídeo com uma compilação de imagens da destruição que o furacão Katrina causou em New Orleans nos (EUA) em agosto de 2005, as fotos da devastação nos levou a reflexão sobre nossa existência e nossas atitudes em relação ao mundo que vivemos, mas principalmente o mundo que queremos um mundo de colaboração, de amor e ajuda ao próximo e que não precise de uma tragédia para poder exercitar tudo isso.

Masato decorreu seu pensamento na questão do consumo sustentável, porque os desastres naturais estão muito ligados as nossas atitudes individualistas, imediatistas e consumistas exageradas em relação ao planeta que vivemos os recursos naturais que utilizamos.
Isso nos mostra que os desastres naturais não acontecem por acaso, acontecem por uma desorganização desacelerada da nossa sociedade, da nossa utilização nada sustentável do que a terra nos oferece.

TIC TAC TIC TAC vamos agir agora!


O terceiro dia do Festival OASIS começou com uma inspiradora de Aron Belinky, um dos coordenadores da ação TIC TAC TIC TAC, um movimento global que se preocupa com o comprometimento de melhoria das condições climáticas do nosso planeta.

Aron começa com um powerpoint mostrando um “Era uma vez...” diferente, mostrando um pouco sobre sua vida e apresentando algumas de suas vivências através das mudanças que o mundo passou, sendo elas climáticas e sociais.

Isso apontou o tanto que a humanidade cresceu e o quanto ela se tornou prejudicial para a natureza e seus recursos, claramente com o crescimento da raça humana o mundo foi sendo modificado de uma forma não tão positiva, criamos milhares de super tecnologias, mas não criamos um hábito cultural de usar essas ferramentas de maneiras sustentáveis.

“Só com pressão popular nossos líderes terão coragem para um ousado tratado global do clima, na COP – 15” Essa era umas das reflexivas e estimuladoras frases do material que Aron trouxe do TIC TAC TIC TAC, essa falando sobre a importância da COP – 15, que será a reunião de lideranças de todo mundo dos dias 7 a 18 de dezembro em Copenhague para firmar acordos mundiais sobre a grave ameaça das mudanças climáticas provocados por nós.

Depois da interessante fala de Aron a galera se dividiu em pequenos grupos para conversar um pouco a respeito da temática das mudanças climáticas e da responsabilidade de todos e todas nessas condições atuais e refletir quais ações são necessárias para chegar nas metas dos acordos climáticos globais.

Vídeo da TransformAÇÃO Social



O vídeo fala sobre os 7 dias que a galera do OASIS passou aqui em Santa Cataria no mês de julho com a AÇÃO “Mão na Massa”. Que conta esse processo de transformação social e construção e realização de sonhos das comunidades.

A galera fez campo de futebol, jardim, ponte, praça, parquinho, horta, toda essa construção que é completamente coletiva, participativa e feita com muito amor, isso está presente nos discurso de todas e todos que ajudaram nesta causa tão importante.

O mais impressionante é ver através do vídeo, dos olhos da população que mora na comunidade a sensação de gratidão e felicidade de todo esse pessoal que não tinham expectativa de melhora no local onde vive, mas com as ações do movimento OASIS elas viram que a mudança está dentro de cada um de nós.

sábado, 31 de outubro de 2009

A solução dos seus problemas: Terapia Comunitária


Na parte da tarde do primeiro dia do Festival OASIS rolou muita coisa, e uma delas foi uma interessante conversa com Mariorlina que aplica a Terapia Comunitária com diversas comunidades.

Ela explicou que a Terapia Comunitária surgiu de um projeto de um cearense chamado Adalberto de Paula Barreto, considerado o “pai” dessa metodologia e que esse tipo de terapia está espalhado pelo Brasil em 42 pólos em diversificadas localidades e com aproximadamente 12.500 voluntários que usam e aplicam a metodologia.

Depois disso Mariorlina passou um vídeo onde Adalberto de Paula Barreto esclarece de uma forma clara e sucinta o que é Terapia Comunitária desta forma:

“Terapia Comunitária, é um método de trabalhar as carências e competências das pessoas e comunidades. Tudo começa com a reunião de um grupo em uma comunidade, a partida é feita de uma situação problema trazida por alguém deste mesmo grupo, depois, se pergunta se existem pessoas que passaram pela mesma dificuldade e como eles solucionaram esta problemática. Este método valoriza as competências individuais e coletivas”.

E assim foi apresentada a Terapia Comunitária para a galera que está participando do Festival OASIS aqui em Blumenau – SC.

Momento de inspiração no Festival OASIS



Após a fala de abertura e das boas-vindas, o evento teve um momento de inspiração antes do almoço, uma fala sobre “Sociedade e Meio Ambiente” com o educador ambiental José Sommer e outra com Eduardo Chima, um dos participantes da Rede OASIS e falou sobre suas contribuições em Belo Horizonte e Santos, onde ajudou a realizar duas ações de melhoria a comunidades dessas cidades.

O primeiro a falar foi José Sommer, que comentou e explicou muitos temas interessantes, por exemplo, o conceito de Educação Ambiental que utiliza os problemas, mas com um olhar diferente, um olhar para visar uma solução.

Ele falou também sobre Cidadania Ambiental que é se preocupar com o nosso planeta e usar os recursos naturais de maneira moderada e sustentável, tentar preservar as coisas importantes de onde vivemos.

Terminando sua fala Sommer apresentou duas problemáticas que não são mais novidade para mais ninguém, a crise ambiental e a crise social que estão totalmente ligadas, uma sendo piorada pela a outra.

A crise ambiental segundo Sommer é uma crise de percepção, fazemos os males para a natureza e não percebemos os efeitos dessas ações que são prejudiciais para a nossa vida. E a crise social, que tem diversos fatores para estar acontecendo, mas uma possível solução seria a humanidade ser adepta da “Vida Simples”, ou seja, só utilizar o que precisar de verdade, sem exageros e surtos consumistas, essa foi à fala do educador ambiental José Sommer.


Depois foi a vez de Eduardo Chima contar suas experiências com a Rede OASIS, ele falou das duas vivencias nas cidades de Belo Horizonte e Santos através do OASIS, Eduardo ajudou a mobilizar 400 universitários voluntários dessas cidades para realizar a ação de transformação social feita pelo o OASIS, chamada “Mão na Massa”, que visa ouvir os sonhos de moradores das comunidades selecionadas e ver é possível ser realizado agora para melhorar o local onde essas pessoas vivem.

A ação “Mão na Massa” foi realizada em Santos litoral do estado de São Paulo e em Belo Horizonte, capital de Minas Gerais na comunidade Morro do Papagaio. Os 400 voluntários ajudaram em diversas coisas visando à melhoria e os sonhos dos moradores dessas duas comunidades, pitaram paredes, colocaram grama, fizeram grafites, enfim, melhoraram de verdade esses locais.

Contribuindo para as pessoas continuarem acreditando nos seus sonhos, mas de uma maneira ativa, indo atrás e mobilizando a população para uma construção de uma transformação social participativa e efetiva.

Eduardo terminou falando que existe muita coisa ruim, mas existe muita coisa boa, o que falta é apenas uma fagulha para estimular essas coisas boas e passando um vídeo feito no dia da ação lá no Morro do Papagaio em Belo Horizonte e muito inspirador igual às falas de Eduardo e José que encerraram as atividades na parte da manhã do primeiro dia de evento.

O Oasis começou!



O Festival OASIS começou na manhã do dia 30 de outubro de 2009. Tudo começou com uma roda de apresentação e a galera falando como participa do OASIS, depois eles contam como foi à participação de cada um na “Mão na Massa”, que é uma ação de transformação social em conjunto com voluntários das comunidades locais. “A energia desse mutirão é algo transformador”, diz Laura Caetano, estudante de química na UNICAMP.

Ainda nessa conversa o pessoal comentou sobre a “construção dos sonhos coletivos”, que é o momento em que os mobilizadores sabem realmente o sonho dos moradores dessas comunidades que participam da ação “Mão na Massa” e construir juntos os sonhos possíveis de serem feitos Já! Foi assim a abertura desse importante evento que vai até dia 2 de novembro.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Enfim, o último dia de IV Congresso!

Último dia do Congresso em Sorocaba, e a galera não desiste de aparecer aqui (achamos que eles adoram ser estrelas dos bastidores). Mas antes disso queremos relatar um acontecido com a gente.

Vocês lembram que relatamos no texto do primeiro dia que usávamos três conduções para irmos do hotel ao local do evento? Então, desta vez não tinha van, não tinha moleza, e ainda tínhamos que levar nossas malas, pois do parque onde acontecia o evento, viríamos para São Paulo. Fomos para o ponto de ônibus, e esperamos 1:10 min. (Sorocaba é muito bela, muito limpa, mas o transporte...).

Quando chegamos no parque, a galera da Viração já estava lá, cumprimentamos todos e fomos até a tenda onde daríamos a oficina de educomunicação. Hora vai, hora vem, e o público não chegava, até que uma abençoada chegou. Acolhemos a mesma e começamos a conversar, tempo depois chegou mais uma pessoa, e o Rafa não pode deixar de comentar: “Ae, já dobrou nosso público”. (depois mais pessoas chegaram, e pudemos realizar a oficina, mas mesmo que fossem só as duas faríamos do mesmo jeito, afinal estávamos ali para isso).

Para conseguir mais pessoas, antes mesmo de dar início a oficina, nosso iluminado Rafa, saiu pelo Parque dos Espanhóis com o megafone anunciando a oficina e convidando as pessoas a participarem, e esse era seu grito de guerra: “Acooooorda Sorocaba!!! Venha participar da oficina de educomunicação, com a revista Viração, aqui no IV Congresso Jovem de Sorocaba”. Para conseguir isso o cara até desrespeitou as leis do recinto, veja a foto a seguir.


Rafael Biazão, o infrator!

No evento haviam diversas tendas, entre elas a que a gente deu a oficina de educomunicação, outras que vendiam comida, de desenho, e até uma que fazia maquiagens especiais, (parecidas com aquelas da noite do terror do Playcenter). Os nossos queridos Lú Frontelle, (que não sai daqui, diga-se de passagem) e Rafael Lira (o cara do processo, da educomunicação, das demandas, da mobilização, do meio ambiente, da juventude...) aderiram as máscaras inusitadas. Frontelle melhorando seu visual, e Lira o “Panda do Inferno”, como vocês podem ver nas fotos.


Luciano Frontelle a "Rainha da Floresta"


Bruno e o "Panda do Inferno"

Hora de ir embora, mas ainda faltava gente, para reunir todo mundo pedimos para o cara que anunciava a programação dar o seguinte recado: “Luciano, Simone e Camila, a van da Viração já está de partida.”, e depois de exatos dois segundos todos estavam reunidos e pudemos partir para nossa terrinha.

Chegando em São Paulo, descarregamos na ViRa todo nosso material desses dias de evento e celebramos nossa sensacional participação neste congresso. Todos descemos e uma galera foi para casa e a outra para o bar (nem precisa dizer para qual agente foi né? Rsrsrs!). Lá rolou muita coisa e de tudo um pouco, mas como é um norma quartomundense, “O que acontece no boteco, fica no boteco”.

É isso aí galera, estes três textos reproduziram o que de mais engraçado, inusitado e constrangedor aconteceu no IV Congresso Jovem de Sorocaba, aquelas notas especiais que não entram nos textos “normais” de cobertura. Obrigado á tod@s que fizeram esses dias mais alegres e divertidos, valeu Bruno Castro, Camila Caringe, Camila Vaz, Luciano de Sálua, Nayara Carvalho, Rafael Lira, Simone Nascimento, Vania Correia, e especialmente as maiores figuras dos nossos textos, Sofia Zocchi, (a menina mais meiga, pura e inocente do Quarto Mundo) e o grande Luciano Frontelle (a nossa querida, amada e imaculada Rainha da Floresta, por ter nos convidado há um evento histórico como esse.

E obrigado em especialmente a dois caras de suprema importância para a vida de vocês, Rafael Biazão(á esquerda) e Eric Silva (á direita).

E as mancadas, brechas e afins continuaram no segundo dia do Congresso Jovem de Sorocaba



E as mancadas no IV Congresso Jovem de Sorocaba continuaram, todos já estavam sabendo que um texto havia sido publicado com os bastidores do evento, e acredito que até tomavam cuidado para não darem mais brechas, mas mesmo assim ainda houveram algumas falas e ações infelizes.

Uma das foi dada quando a mochila com nosso equipamento estourou, e todo nosso material foi parar na mochila da Sofia, justamente uma das citadas no primeiro texto. Por isso não escrevemos o texto naquela mesma noite. A gente pode tardar, mas relatamos os acontecimentos de uma forma totalmente verídica.

Após o fatídico e trágico acontecimento com a nossa mochila, nos deslocamos para o auditório do evento onde ia acontecer uma apresentação musical e uma palestra. Como de praxe ficamos nas primeiras fileiras para tirar as melhores fotos. Estava tudo normal, todos conversando, quando o Frontelle levanta e diz olhando para Camila: “Qual posição você prefere?” (o silêncio constrangedor pairou sobre o ar, e o Biazão ligeiro que só, anotou em seu bloquinho mágico mais um tópico para o nosso magnifico texto de bastidores).

Sofia, (olha seu nome de novo aqui também...assim você vira estrela das nossas pérolas e do nosso blog...rsrs!), depois de querer nadar pelada no rio do parque com a galera, dessa vez a jovem disse que “iria tocar o puteiro” e que isso era normal. Desculpem-nos o palavrão, mas foi ela quem disse, só estamos relatando.

Eric Silva, (pois é, nem um dos autores dos textos escapou), quando na “sala branca”, (que mais parecia aquele quarto do Big Brother), onde ficavam as autoridades do evento, e tinha sempre um lanchinho, claro, Eric derrubou suco e sujou tudo. Aeeeeeeeeee!!!!, parabéns moleque, conseguiu o nome aqui.

Luciano Frontelle, (olha seu nome de novo aqui nos textos dos bastidores), já estava nos chamando de imprensa marrom, sem nem mesmo ter lido nosso texto anterior, (estava com medo e tentando mudar nosso foco). E em uma conversa sobre as bandas que se apresentaram no Congresso, no caso a banda “The Six” e a “Canal 12”, comentamos sobre os números nos nomes das mesmas, e nosso caro amigo Luciano Frontelle disse que havia toda uma “numarologia” envolvida para a escolha dos nomes, isso mesmo, uma “numarologia”. Ele deu a justificativa que era por causa do aparelho que usa, que atrapalha na pronuncia de algumas palavras, (ta bom vai, mas que é difícil ouvir uma dessas do jovem comunicador sorocabano, isso é).

Ainda falando do show da banda Canal 12, quando estavam se apresentando aconteceu uma das melhores do dia, olhando pela lateral do palco, no meio de sua apresentação, o vocalista viu uma menina tomando um baita rola, até então ninguém havia visto, mas ele fez o favor de anunciar em alto bom som para toda plateia, “eu vi, hein”. Obviamente que a galera curiosa olhou, e viu a pobre menina deitada no chão. (Nossa, maior mancada, rachamo o bico essa hora).

Fim de evento, naquele dia, o turno da madrugada dos seguranças já estavam em seus postos, mas duas pessoas se encontravam na entrada do parque, aonde foi realizado o evento, Rafael e Eric, naquele frio, o que fazíamos? Esperávamos Luciano Frontelle, ele disse que um carro nos levaria até o hotel.

Mas o tal do carro já havia ido embora, acho que já estava no estacionamento da prefeitura, e a motorista do mesmo em casa dormindo. Atenciosamente Luciano ligou para uma das organizadoras pedindo caridosamente que levasse os pobres meninos famintos e com frio para o hotel.

Felizmente isso ocorreu, estávamos com muita fome, e resolvemos ir comer em uma lanchonete perto do hotel (que por sinal não tem comida de sexta a noite), quando já nos alimentávamos, toca o telefone, e era nossa querida “Rainha da Floresta” (vulgo, Luciano Frontelle), nos convidando a conhecer Sorocaba, a Camila e Sofia estariam com a gente em algum passeio que até hoje não rolou, mas continuando, a tia de Luciano veio até o hotel nos buscar, e fomos até a famosa, popular e cult, Padaria Real, que tem a melhor coxinha de toda via láctea, onde todos boêmios, celebridades, autoridades e intelectuais sorocabanos se encontram nas madrugadas.

Como de costume brincávamos com as proporções de uma cidade interiorana com nosso caro amigo local, ele se gabava que a madrugada era movimentada em sua cidade, interrompendo o mesmo Rafa faz o comentário: “Verdade, é movimentada, toda a cidade está aqui!” a tia de Luciano que até então estava mais quieta, deu seu pitaco, “Não está toda cidade não...só a metade, o restante está na outra Padaria”. (kkkk... mó dó, até a tia do cara alopra ele e sua grande cidade).

Bom, as outras mancadas que fomos anotando misteriosamente sumiram, não sei se o fato do caderninho ter ficado com a Sofia tem algo haver com isso, só notamos hoje que o bloquinho de anotações faltavam algumas folhas, mas enfim, foi isso que rolou de mais engraça e divertido no segundo dia deste hilariante e inesquecível Congresso Jovem sorocabano.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Bastidores do primeiro dia do IV Congresso Jovem de Sorocaba



Todos aqueles que já participaram de um congresso ou algum grande evento, sabe que muitas coisas engraçadas acontecem, mas não são citadas nas matérias de cobertura do mesmo.Por isso nós decidimos fazer um texto dos bastidores do primeiro dia do IV Congresso Jovem de Sorocaba.

Começando pelo show de abertura do evento, onde os Voluntários da Pátria convidou toda galera para subir ao palco, dizendo que era por causa do frio, e que eles não queriam ninguém doente, criando assim um calor humano. Na verdade é que tinha pouquíssimas pessoas, mas a ideia de se aproximar da galera foi bem legal, enfim, vamos continuar.

O grupo cantou várias músicas, principalmente músicas de Raul Seixas, recitou poemas, convidou a galera a mostrar seus dotes artísticos também. Assim apareceram mais poemas e músicas. Inclusive surgiram uns garotos, um cara chamado “Macarrão”, que foi o quarto colocado de um campeonato de beat-box na Espanha, subiu no palco e mando muito bem mesmo, outra molecada foi mandando um rap de improviso, cada instante chegava mais gente que era amigo dos caras, e assim tomaram conta do palco e ficaram lá um bom tempo, sem parar o improviso, quase que os Voluntários foram esquecidos. Mas para isso não acontecer, a galera da produção pediu que eles encerrassem. Claro que esse pedido foi de forma discreta, para que o púbico não percebesse.

O show continuou, uma menina da plateia pediu o chapéu de um dos membros dos Voluntários (guarde essa informação que mais para frente nós retomamos este pensamento), o show continuou, e nosso amigo Luciano Frontelle começou a se empolgar com o grupo, atuando conforme a música, até que determinado momento, aproveitando a letra da música, o jovem entusiasmado disse em alto e bom som: “-Eu sou a Rainha da floresta!!!” (Iiiiii Luciano... que fita é essa aí? Rsrsrs... Ta ok, sem preconceitos.)

O show acabou, hora de ir embora, e como sempre acontece, ficamos discutindo se faríamos alguma coisa ainda aquela noite. Eis que chega o momento da Sofia soltar sua pérola: “Vamos nadar pelados!!!” (Ixi, rsrsrs... se não estivesse tão frio ou fosse uma piscina aquecida agente até topava, mas estava muito frio, e no rio do parque ainda...tamo fora, rsrsrs...).

Quando fechamos a hospedagem por telefone, não sabíamos que era preciso três ônibus para chegar ao evento, descobrimos quando íamos de carro de São Paulo para Sorocaba, o motorista nos informou esta noticia. Quando chegamos ao Parque dos Espanhóis, onde o evento seria realizado, conversamos com a Fabiana, que estava na organização do evento, e ela disse que uma van sairia do hotel que nos hospedamos com os Voluntários da Pária, e que deveríamos conversar para pegar uma carona.

Já era quase 17hs, saímos do hotel e vimos a tal van, perguntei para o Biazão se ele falaria com o motorista, ele falo para eu fazer essa, fui até o motorista que agente no evento e talz, que a Fabiana falo para nós vermos se tinha um espaço para ir junto com o grupo, ele disse que não poderia fazer isso porque tinha uma lista de nomes feita no dia 18/05 e ele não podia acrescentar ais ninguém, mas aí ele não resistiu a minha face meiga e falo que levaria, porque era rapidinho.

Com o grupo fomos ao evento e voltamos também, mas a volta ficou marcada. Lembra aquela menina que pegou o chapéu? Então, já estávamos na van quando o dono gritou: “Cadê meu chapéu? A não, é o chapéu do meu pai, vou atrás.” E saiu desesperado atrás do mesmo, o cara volta com dois garotos, mas a menina já havia ido embora, e os dois nos guiariam até a casa da “garota do chapéu”. Todos estavam desacreditando daquela situação, ele foi até a casa da menina chamou lá, falou com mãe da menina e a irmã mais nova veio trazer o chapéu, feliz e contente com a recuperação do chapéu de seu pai ele entrou na van, até que uma das moças que estavam com o grupo (sabe como é, cara famoso, as fãs...) disse: “Tudo isso por causa de um chapéu?”, a resposta veio de imediato com outra pergunta: “Você tem pai?”. Nossa, nem preciso dizer que a menina nem sabia onde enfiar a cara, toda sem graça.

Chegando ao hotel, todos desceram inclusive as fãs (que não estavam hospedadas no hotel), ficamos um pouco no saguão lendo os jornais locais, o grupo dos Voluntários ficaram um pouco lá em baixo, mas depois subiram para seus quartos com as fãs, aí já viu né? O resto não podemos falar aqui se não dá processo, rs!
Esse foi apenas o primeiro dia do evento. Muitas coisas ainda nos esperam, e o que rolar de engraçado e inusitado vamos contar aqui para vocês!

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Para a Rapaziada!



Fiz este post no meu blog
e achei que dava para
reproduzir aqui as pessoas
que assistem o Quarto Mundo!

Aqui vai uma pequena homenagem
aos "homens quartomundenses"
que proporcionam momentos
inesquecíveis na minha vida!

Segunda - Feira (25/09/2009)
no blog: orestante.blogspot.com

Muita gente não gosta da segunda,
no meu caso é diferente.
Um dos melhores dias da semana
pra mim é a segunda, nesse dia
me dedico ao Quarto Mundo,
um programa de entrevistas
na TV feito por jovens,
lógico que gosto de fazer,
mas o melhor é o após as
capacitações, gravações
ou reuniões do programa,
é a hora que a rapaziada
se reúne no boteco
para descontrair, falar merda,
falar dos problemas da
vida seja eles qual for!
A confiança entre agente
é muito grande estranho até,
porque muito de nós nos conhecemos
agora este ano e esta conexão
foi meio que automática entre nós,
e que bom que foi desta forma
que vocês surgiram na minha vida,
sei que não sou muito de falar isso,
mas queria fazer essa homenagem no
meu espaço de desabafo por meio
da escrita aqui nesse sítio eletrônico!
Valeu por vocês existirem e alegrarem
minhas tardes e noites de Segunda e fazer o
começo da minha semana mais alegre!
Abraço e Beijos a todos vocês!

terça-feira, 17 de março de 2009

Domingueira Musical!!!

No domingo passado dia 15/03 os "quartomundenses"
Bruno, Camila, Sofia, Rafael (da nova turma), e eu (Eric),
fomos no Tendal da Lapa conferir o Interferência Sonora,
um evento organizado pela Rede Interferência(R.I) que visa
dar espaço a novas bandas do cenário independente, que
as Super-Mulheres Sofia e Camila junto com a galera da R.I que
ralam pra caramba para ser realizado de uma forma muito boa,
como ele é feito!


Chegando lá encontrei a Ana Paula da TV USP e levamos o
material pra dentro do Tendal, chegamos cumprimentamos
o pessoal da R.I que já estava trabalhando, arrumando o palco.
Sentamos e Ana pegou o roteiro e começamos a discutir como
seria feita as coisas, o Bruno pegou a camera e já foi gravando
a montagem do palco.


Com tudo decidido colocamos a mão na massa!!!
Primeiro entrevistamos a Camila e a Sofia perguntando um pouco
mais sobre está iniciativa de promover um espaço para as bandas,
essa conversa foi muito boa e fácil, só a Sofia um pouco tímida,
mas isso é normal...rsrs


Após isso falamos com alguns integrantes das bandas
que iam tocar neste dia, nós queríamos saber deles
como é ter um espaço como esse pra tocar, o que eles
acham de uma ideia como essa, enfim entre outras coisas.


Entre uma sonora e outra deu pra ver o que tava rolando
na parte de fora do Tendal, ao mesmo tempo que o pessoal
arrumava as coisas para os shows, tinha uma galera lá fora
curtindo um grupo de Maracatu muito FODA, após ficar
pagando um pau para eles tocando percebi que tava montado
um trapézio e os trapezistas já estavam escalando para nos
brindar como esta arte corporal e arriscada. De repente
os músicos falaram que iam para perto dos trapezistas e
aconteceu tudo ao mesmo tempo, o Maracatu pesadão
rolando solto e os trapezista me surpreendendo a cada voo!


Depois de curti um pouco tudo isso, voltei ao trabalho,
mas o Bruno já estava fazendo as imagens do espaço,
uns quadros muito bons e psicodélicos como é de praxe.


A parte final foi falar com a galera que estava lá
para ver os shows, o público em sua maioria era
amigo de alguém da banda e veio da uma força,
perguntamos do que acham das bandas novas
que estão surgindo e se é dado o devido espaço
de divulgação de sua arte para eles.


Com tudo gravado e o trampo feito
o que tinha pra fazer?
Curti o som das bandas que foram para
o Interferência Sonora, mostrar seu som!
As bandas não tocavam um som que me agrade,
mas foi bom o show, deu pra dar umas gragalhadas
com o pessoal do Quarto Mundo!


Foi muito bom, nossa tarde de domingo,
nossa experiência de gravar
fora do nosso cenário e fora
do nosso ambiente familiarizado.
Mas foi bom, achei que teria mais dificuldades!
E assim foi nosso domingo...
Regado de música e risadas!